Economista projeta crescimento maior do PIB, mas eleições, Copa do Mundo e negociações sobre reforma da Previdência são fatores de incerteza

Depois de dois anos de recessão e um 2017 marcado por recuperação lenta, a previsão entre os economistas, assim como as projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do próprio governo, é de que a economia brasileira vai crescer com mais força em 2018.

No entanto, projeções sobre indicadores como câmbio, juros e inflação divergem em meio às incertezas sobre as eleições e reformas econômicas.

O economista Walter Goottchalg Duarte está mais otimista em relação ao crescimento econômico do ano, embora ressalve que as discussões sobre as reformas econômicas (especialmente a da Previdência), a possível instabilidade que a disputa eleitoral pode ocasionar no mercado financeiro e a Copa do Mundo podem tornar o cenário incerto.

Após a inflação reduzir com força o poder de compra das pessoas nos dois anos anteriores, 2017 foi marcado por uma desaceleração da alta de preços.

Para 2018, a previsão dos economistas é que a inflação volte a ganhar força, mas ainda se mantendo dentro da meta de 4,5% do Banco Central, e longe dos altos índices dos anos anteriores.

Isso porque, mesmo apostando em volta do consumo das famílias, os economistas não acreditam que a demanda será tão alta a ponto de pressionar fortemente os preços.

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