Polícia Militar alerta sobre o “Giro Solidário”, que tem ludibriado pará-minenses

Muitas pessoas em Pará de Minas estão compartilhando vídeos e mensagens pelas redes sociais convidando outras pessoas para um esquema chamado “Giro Solidário”.

E o esquema tem atraído a atenção de muitas pessoas que estão acreditando na possibilidade de ganhar dinheiro fácil. O “Giro Solidário” funciona no modelo de “mandala”, que necessita do recrutamento frequente de novos membros em um grupo de Whatsapp. O convite é chamativo e assegura que se o participante investir R$125, ele terá R$ 1.000 de retorno.

Mas, o que muita gente não sabe é que o tal esquema pode ser considerado crime de estelionato, tipificado no artigo 171 do Código Penal.

Um grupo no Whatsapp é criado composto de 15 pessoas. Para entrar no giro, o convidado precisa depositar  R$ 125 na conta da pessoal que está no centro da mandala. Na maioria dos grupos, em menos de uma semana, a pessoa deposita e recebe R$ 1 mil.

Então, todos os participantes devem colocar mais membros para que assim, uma por vez vá, cada uma para o centro e então receba o dinheiro que os novos membros irão ‘investir’.

Em entrevista ao Bom Dia Pará de Minas, Sargento Paulo Giardullo, da 19ª Companhia Independente da Polícia Militar, faz um alerta sobre o “Giro Solidário”.

Paulo Giardullo explica o funcionamento do “Giro Solidário”.

O que costuma ocorrer no “Giro Solidário” é que para que continue retornando o dinheiro, o recrutamento de pessoas nunca deve acabar. Caso não haja inserção de novos membros, os investidores serão lesados.

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